26.2.12

Videopost: Perambulando pelo National Arts Center, Tóquio


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24.2.12

Afogar ou não afogar: eis a questão...


Definitivamente, o visitante que vem a Tóquio precisa aprender a comer usando o Hashi (palitinhos). Os talheres ocidentais nem sempre estão disponíveis (aliás, quase nunca, exceto em restaurantes caríssimos).

No Brasil, temos várias oportunidades de praticar essa arte em restaurantes e os palitos também se encontram à venda em supermercado. A coisa toda não é difícil, bastando apenas disciplina.

Mas mesmo com toda a técnica, sempre surge uma dúvida: afogar ou não afogar o Gohan?

Gohan é o arroz branco tipicamente japonês. Por ser cozido no vapor, ele fica todo compactado e vem em pequenos blocos ao se puxá-lo com os hashi. O problema é que, às vezes, ele não tem gosto de nada e bate a maior vontade de tacar molho shoyu encima...

Meu conselho: não faça isso. Ao afogar o Gohan, o arroz ficará todo soltinho (parecendo aqueles parboilizados escorridos) e pinçar um a um é uma tarefa muito ingrata. Recorra aos temperos secos (normalmente oferecidos nos restaurantes) ou então coloque apenas umas gotinhas de shoyu. Vá por mim...

Abraço!

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Uma visita ao inferno...

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Se "inferno" fosse escrito com oito letras, seriam elas: P-A-C-H-I-N-K-O.

"Pachinko" é o nome que se dá a umas maquininhas de fliperama cujo único objetivo é torcer para que bolinhas de metal caiam em determinados buracos no tabuleiro. E só.

É algo super comum no Japão, desde quando, pela década de 80, assistia a documentários sobre esse país aqui.

Mas o jogo, em si, nem é o pior. Um verdadeiro "preview" do inferno a gente tem ao entrar numa casa de Pachinko. São dezenas, às vezes centenas, dessas maquininhas que, além do barulho das bolas, insiste em cada uma ser acompanhada de sons eletrônicos incrivelmente alto. Tenho certeza que além da surdez, algumas horas nesses troços aqui dão "barato"...

Segue o vídeo da visita:



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22.2.12

Uma noite no hotel-cápsula...

Em agosto de 2011, achei bizarramente interessante a experiência narrada por Raul Kawamura nos hotéis-cápsula de Tóquio.

Curioso que sou, resolvi conferir se a coisa era tão ruim assim.

Estive num deles há poucos dias, o Green Plaza Shinjuku, pertinho das movimentadíssimas estações de trem da região de Shinjuku e ao lado do bairro da "Luz Vermelha", o Kabukicho. A escolha desse, dentre vários nessa mesma região, foi a presença de um "onsen" (spa tradicional japonês) em suas instalações, o que cairia muitíssimo bem depois de dois dias inteiros entre aeroportos e aviões, além de algumas horas de passeio pela cidade. Mas fica uma ressalva: tatuados não são aceitos.

De fato, logo na entrada se deixa o tênis/sapato num armário:


Em seguida, o hóspede vai até a recepção e faz o pagamento. No Green Plaza, eles cobravam 4300 Ienes pela cápsula "simples" e 4800 pela "atualizada", o correspondente a 43 e 48 Euros, respectivamente. A diferença de uma pra outra é a espessura do colchão e do travesseiro. Nada além disso.

Após o pagamento, recebe-se tolha, roupão e um bracelete contendo o número da cápsula e uma chave para o armário das roupas, bolsas e tudo mais que você tenha trazido consigo da rua:


Além do Spa, o hotel dispõe também de restaurante, serviços de lavanderia, massagem e venda de roupas de "emergência" para se ir ao trabalho no dia seguinte.


Banho tomado, roupas limpas e dentes escovados, agora é só ir para a cápsula. Isso eu gravei em vídeo pra vocês. Espero que gostem.


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13.2.12

Lost in Translation...


"Por favor, fique lentamente com cápsula limpa com TV". Afinal de contas, "Estamos abertos 24 horas gratuitamente. Brown-ensacamento é OK". "Atualizado com o suor derramado a fadiga do dia?", então é só descansar nos "Estiráveis ​​banhos membros disponíveis 24 horas por dia de curso".

Entendeu? Eu também não.

Dentro das incansáveis pesquisas para a minha ida a Tóquio, me deparei com algumas situações engraçadíssimas.

A maior parte dos sites possui o link "English", onde, com um cliquezinho, tudo o que você queria saber aparece de forma rápida e fácil em um inglês bastante conciso e objetivo.

Já em outras páginas, não há essa mordomia. Das duas, uma: ou você faz um curso relâmpago de japonês, ou então, ao navegar pelo Google Chrome, opta por clicar no botão da tradução automática.

Antes não se pedisse a tradução. Dá cada coisa bizarra... A foto de cima ilustra bem isso, com as induvidosas informações sobre um dos hotéis-cápsula que estou pesquisando para passar uma noite (é isso mesmo, você leu bem: vou passar uma noite num hotel-cápsula...).

E se você ainda tem dúvidas da eficiência da tradução, segue outra captura de tela:


Que bom que eles têm ar condicionado 24 horas, né? E que tranquilidade não precisar de garantia de depósitos desnecessários para pessoas e bebidas alcoólicas, não?

É como dizem: pra bom entendedor, meia palavra basta.

Abraço!


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